O documentário no Netflix que você precisa assistir: She’s beautiful when she’s angry

She’s beautiful when she’s angry é um documentário sobre o movimento feminista dos EUA nos anos 60 que tá lá no Netflix.

Assisti ontem e foram muitos os pensamentos, mas a parte mais DOIDA pra mim foi perceber o padrão dos comportamentos:

  • Pessoas que acham que não precisamos do feminismo porque “mulher já tem tudo”.
  • Mulheres que acham que o movimento só defende mulher que não tem filho, que quer trabalhar, que não quer casar.
  • Gente que acha que feminista odeia homens.
  • A discussão das vertentes e necessidade de dialogo entre os recortes. Por exemplo: feminismo branco é diferente de feminismo negro que é diferente de feminismo gay, e todas podemos apoiar, respeitar e dar voz a quem mais precisa.

Um outro ponto que fica bem claro e que eu sempre gosto de reforçar: você mulher que hoje em dia vota, trabalha, pode usar a roupa que quiser, dar sua opinião numa sala da aula, dirigir, fazer qualquer curso numa faculdade, escolher se quer casar ou não. Você pode até se dizer NÃO FEMINISTA, mas foi por causa da luta, organização, coletivos e “bateção de frente” das feminista que você pode isso hoje em dia. Anos 60 é um só um espirro de tempo atrás e lá você SÓ podia ser secretária, casada com filhos, dona de casa.

E agradeçam as minas que lutam hoje em dia também, porque ainda tem MUITO pra igualar e se a gente pisca nosso PODER e DIREITO são tirados de nós. O mundo é cíclico, por isso a vigilância tem que ser eterna.

Enfim, indico a todas e todos assistirem ao documentário e tentar refletir qual papel você está representando na atualidade.

Lidando com pessoas

Domingo é meu aniversário e se tem uma coisa que mudou na minha vida é como minha insegurança e ansiedade estão presentes na forma que me relaciono com os outros. Quando eu era mais nova a minha necessidade de aprovação era tão grande que eu fazia qualquer coisa pra agradar, chamar atenção e ser aceita de alguma maneira. A gente vai amadurecendo e notando que não dá pra ser amigo de todo mundo, então é bom a gente perceber quem realmente gosta da gente pelo que a gente é. Quando a gente acha essas pessoas, devemos aceita-las também como são e dar muito valor. (aceitar como são é diferente de dar sempre a razão, amigo que é amigo também puxa a orelha)

 

 

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