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Juntas fazemos a luta

Chegou “o mês das mulheres“, carregado daqueles dias que você acorda e “pá”, lá estão as imagens nos grupos do whatsapp falando sobre a nossa feminilidade, os posts horrendos compartilhados nas redes sociais ou até mesmo aquela rosa entregue por uma loja de cosméticos quando você saiu pra comprar seu absorvente.

Por mais que você se esforce, é difícil fugir dos absurdos que temos que ouvir/ler por aí. Como se já não bastasse os outros absurdos que passamos e somos submetidas, todos os dias.

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Antes que me chamem de chata, já aviso, não é que eu não goste de presentes ou homenagens, eu só não entendo por que elas se limitam ao mês ou ao dia 08 de Março! Ou melhor, por que elas precisam ser tão sem sentido? De verdade, qualéqueé da rosa, do chocolate, dos “parabéns”, se o que nós queremos/precisamos/lutamos é tão mais óbvio? Afinal, nós não nascemos essas mulheres poderosas pra vocês nos resumirem a uma plantinha.

Beyoncé

Pra sua surpresa, a gente ainda fala sobre isso pelo simples fato de que mulheres ainda são oprimidas. Sim, em pleno 2016, pessoal. Mas uma coisa é certa: pelo menos o mês de Março traz mais força ao debate. Explico. Nós mulheres e feministas conversamos sobre nossos direitos o tempo todo. Faz parte da gente. Porque “nós” somos pauta SEMPRE. E muita gente vai ter que lidar com isso.

E a internet, além de potencializar essas conversas e aprendizado, também traz reflexões. Assim como foi, quando me deparei com o post maravilhoso da Marcelli Cipriani. Assim que li, tive a ideia de dar um rosto pra ele, usando a minha nova rede social favorita: o Snapchat (me segue lá: sugarmila)! Decidi convidar minas que admiro (e sigo lá no Snapchat) para participarem dessa ~ação~ comigo e mostrar o porquê eu não sou fã da data e porque ainda precisamos repensar o tal do “parabéns”.

O resultado você confere abaixo!

 

Eu acredito, de verdade, que mudanças não se fazem sozinhas. E acredito mais ainda que a luta se faz junta, porque assim nos tornamos mais fortes! Então, obrigada todas as minas que toparam participar, obrigada a Marcelli por permitir que eu usasse seu texto como base e obrigada a todas as minas com quem aprendo, evoluo e me ajudam a dar voz a esta força que bate aqui dentro. <3

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